Seminário: Fontes históricas: memória, fotografia, literatura, inventários, testamentos.
Disciplina: Temas de História de Sergipe I
Professor: Antônio Lindvaldo Sousa
Local: UFS, didática III, sala 110
Data: 13/09/2011, cerca de 19:17 hs às 20:19 hs
Recursos usados: data show, notebook, caixas de som, quadro, giz, apresentação oral.
Integrantes: Abrahão Barbosa
Adriana Fonseca
Erick Matos
Fidel Santos
Sílvia Maia de Oliveira
Objetivos: entender o que é documento histórico
Especificidades dos documentos histórico
Documentos e fontes históricas
Fotografia
Retrato
Fotografia e história
Fotografia como obra de arte
O uso da literatura como fonte histórica
Escritos, sonoros e visuais
Os porões do Judiciários
A morte como testemunho da vida
Conceito: testamento e inventário
Cuidados e temáticas
O grupo foi apresentado do grupo por Sílvia, dando seguimento com um vídeo introdutório da apresentação.
Em seguida, outro vídeo falando sobre o IHGSe, com Nayara Santos (estagiária no IHGSe).
Explicou-nos o que são documentos, como parte importante no campo de atuação histórica.
A palavra documento oriunda do latim antigo DOCUMENTUM, derivativo de DOCERE= ensinar.
Passou inicialmente como termo jurídico, como prova, sendo que veio a ser usado como fonte somente no século XIX.
Fotografia
Apresentado por Adriana Fonseca
Seu nome é oriundo de Photo: pedra; Graphiem: Estudo, grafia, escrita.
Citou-se a frase de José Souza Martins: “fotografia como cultura da imagem”
Cronologia do uso da fotografia:
1851- Uso da fotografia na habilitação de bondes (?);
1853- Transporte;
1854- Uso da fotografia em processos criminais, na França;
Fotografia e história
Pioneiro no uso da fotografia como fonte histórica: Afonso de Escragnole Taunay:
Diretor do Museu Paulista entre 1917 e 1945.
Relatou a relação entre fontes visuais e ambigüidade.
1920- uso da fotografia em livros didáticos (como anexos).
Fotografia como obra de arte
Início do século XX, por Alfred Stieglitz.
1890- Interesse de historiadores para uso da fotografia.
Fotografia como prática de significação
Análise semiológica
John Tagg.
Literatura como fonte histórica
Apresentado por Erick Matos.
Explicou que somente com a criação da Escola dos Annales (Lucien Febvre e Marc Bloch).
Uso de novas de pesquisa.
Manifesto Nova História (Pierre Nora e Jacques Le Goff).
Citou-se Antônio Cândido (historiador brasileiro), defensor do uso da literatura como, em detrimento de Nelson Sodré e Sérgio Buarque de Holanda.
A morte como testemunho da vida
Apresentado por Abrahão.
Conceito de testamento e inventário.
Inventario
Termo usado inicialmente por um padre francês, em 1739.
Inventário, diferentemente do testamento é feito Post-Mortem (após a morte).
Uso do testamento e do inventário como fontes históricas.
Finalização com trecho de poema de Manoel Bandeira, denominado A morte Absoluta...
Os porões do Judiciário
Apresentado por Fidel.
Explicado o conceito de crime.
Explanação de Códigos Penais:
Código V: usado em períodos coloniais. Dois fatores interessantes: crime de lesa-majestade e a admissão de pena de morte.
Período Imperial: uso do Habbeas Corpus e investigações passam a ser feitas por delegados e não mais por juízes.
Período Republicano: Código Penal de 1890.
Estado Novo: Código Penal de 1940. A partir desse código somente crimes considerados dolosos vão à júri.
Conclusão.
O grupo não fio muito feliz em suas apresentações, deixando a desejar em grande parte dos conteúdos apresentados, porém parabenizo-os pelo esforço da pesquisa, sei que não é fácil encarar uma “platéia” conversando e tirando sua concentração, assim sendo eles fizeram a apresentação com maestria.
Referências Bibliográficas:
FURTADO, Júnia Ferreira. Testamentos e Inventários. A morte como testemunho da vida. In: PINSK, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto. 2009, PP. 93-118;
PINSK, Carla Bassanezi, (org.). Fontes Históricas. 2ª Ed. São Paulo: Contexto, 2010;
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª Ed. Campus: 1997.
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