terça-feira, 6 de setembro de 2011

Música sobre Canudos (Salve Canudos)

Abaixo segue o link da música do documentário (vídeo) da aula de Temas em História do Brasil Contemporâneo, de Antônio Fernando Sá sobre Canudos. Muito linda...
http://www.youtube.com/watch?v=xYqgJ7hv5zk

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

As potencialidades da história local para a produção em sala de aula: o enfoque do município de Sorocaba

Arnaldo Pinto Júnior. In: História: Área de Conhecimento. Ano 1, nº 3, 2001, 37-40 pag.
Nesse texto o autor faz alusão ao fato de se estudar a história local tomando por base não somente os fatos históricos atuais, mas buscando por meio de resgate de memória, documentos, registros, etc. Como citado na página 38, 2º parágrafo, linhas 11-15: “A recuperação de memórias locais (sejam elas individuais ou coletivas) abriria perspectivas para singularidades históricas muitas vezes descartadas pela história tradicional”.
Deixando de lado a cultura de que somente o que foi contado é o bastante, como ele cita em sua introdução, da página 37, 2º parágrafo, linhas 6-9: “Uma história geral que apaga as especificidades da história local em nome de uma versão completa busca manter versões dominantes.”; e na página 39, parágrafo 6º, linhas 1-12: “Colocando à prova o conjunto de informações de origem institucional, jornalística, publicitária, política... os alunos poderiam confrontá-las com as levantadas em pesquisa de campo. Na prática de pesquisa... procurariam levantar documentos locais e as memórias de pessoas que vivem na cidade para cruzar as ‘evidências’ encontradas durante o trabalho de busca’”.
Sendo assim, ele utiliza do pressuposto de que: “Assim, a história local pode ser utilizada não apenas para situar o aluno no seu tempo e espaço, mas também para destruir visões homogeneizadoras que se propagam com as versões históricas gerais”
, página 38, parágrafo 1º, linhas 11-16.

Usa do exemplo de Sorocaba e apresenta uma sugestão para enfocar o que havia dito anteriormente: “Observando a especificidade de Sorocaba, apresento uma proposta de ensino de história voltada para a recuperação das ‘experiências vividas’ nesse município, tendo como hipótese para a discussão em sala de aula a idéia de modernização, veiculada na cidade desde 1903 por alguns setores sociais que proclamaram se avanço através da denominação Manchester Paulista’”, página 38, parágrafo 3º, linhas 1-10.
Não sabendo que Sorocaba outrora fora “umas das maiores fornecedoras de animais para o transporte de carga na região Sudeste”, página 38, parágrafo 3º, linhas 17-20, ele sugere que foi o progresso que trouxe prosperidade e que acarretou os problemas surgidos de sua modernização, como deixa bem claro em: “seguindo a tendência liberal/evolucionista/progressista no campo das idéias no Brasil republicano, começaram a defender seu centro urbano como um espaço de prosperidade, onde as mais ‘modernas’ técnicas industriais eram aplicadas para o ‘bem de seus habitantes’, para o ‘crescimento de São Paulo e do Brasil’”, idem, ibidem, linhas 29-37; e: “Esse olhar ‘superior, científico, verdadeiro, sempre voltado para o futuro, para o progresso social’, construiu não só a Manchester Paulista industrial, ‘empregadora’, ‘facilitadora de vidas’ como também reafirmou a discriminação e o preconceito social, afastou os negros e muitas vezes o trabalhador nacional das tecelagens da cidade, mantendo estruturas sócio econômicas e culturais do período imperial, inviabilizando relações sócio políticas democráticas’”, idem, parágrafo 4º, linhas 11-23.
Isso fica mais evidente e explícito à medida que vai expondo essas opiniões: “A segregação, o preconceito e a discriminação racial e social são realimentados produzindo novas formas de conflitos, vistos mais uma vez pelas elites como ‘atos marginais’, contra a ordem e a segurança social”, página 39, parágrafo 5º, linhas 3-8.
Sendo assim, Arnaldo Pinto Júnior salienta “que sinais do passado estão imbricados na ‘realidade’ sócio cultural até hoje...” e considera “importante que os alunos possam questionar o discurso da Manchester Paulista, relacionando suas idéias fundamentais com a ‘realidade’ vividas por eles”, página 39, parágrafo 6º, linhas 1-7. Sugestiona que “esse trabalho de reflexão histórica pode trazer à tona alguns processos que não estão claros na história da cidade, ou por falta de estudos daquele determinado momento ou por falta de vontade política em esclarecer tal período”, idem, ibidem, linhas 7-13.
Todo o aprendizado e questionamento dos alunos sobre esses fatos apresentado acima devem ser acompanhados de perto pelo professor, sendo ele mediador nas questões levantadas: “acompanhando os alunos em suas análises e construções históricas, produzindo novos saberes sobre o município em que residem”, página 39, parágrafo 9º, linhas 17-21.
Após terem observado e indagado acerca de tudo o que foi apresentado, sempre buscando novas respostas, contradizendo tudo que foi escrito pelas elites, agora o aluno se sentirá “capaz de entender noções de tempo e espaço, permanências e mudanças, similaridades e diferenças”, sendo que ele “não precisa demonstrar a ‘segurança científica’ de um especialista tradicional”..., página 40, parágrafo 11, linhas 8-13.
Ao final, Arnaldo chega à conclusão de que estipulado esse processo supracitado, usando de embasamento a memória e documentos como anexos de uma história local, haverá uma conscientização de todos sobre o que for resultante daí.
Assim, com a união de professores e alunos para o bem comum, haverá novos laços sócio culturais, políticos, além de ocorrer uma quantidade maior de memórias, informações e opiniões, sem que haja anulação por ambas as partes do ensino-aprendizagem.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Fênix I (Escrito na UFS)

De repente em mim algo surgiu
Tão incompreensivo, irracional
Que logo se descobriu
Sua semelhança ao animal

A ferocidade tão arraigada
E escondida intra-eu
De repente reapareceu
Por alma desolada

Havia um questionamento evitado
E que inesperadamente se sobreveio
Assim já se disse: "fins justificam meios"
Porque comigo tudo está errado?

Como faço, Senhor, para evitar
A reaparição desse interno lobo feroz
Que me faz querer gritar,
Não deixando calar sua voz?

Será que sou tão louco assim
Pois creio do ser humano a bondade
Está somente esperando para sair
E deixar fazer sua vontade?

Espírito, me ajude pois você prometeu
Um dia lá no passado
Que estaria sempre ao meu lado
E nunca me abandonarias, oh Deus!
Souza, 01 de setembro de 2011.

Uma nova Fênix ( Escrito na UFS)

"Quando tudo está perdido,
Sempre existe uma luz..."
Assim dizia um famoso músico
Mas à ele não faço jus

Pois quase tudo está perdido
E essa tal luz não achei
E tudo que tenho pedido
Somente minha chance, minha vez.

Estando ainda preparado para o pior
Inesperadamente acontece algo surreal
Intenções inescrupulosas um dia foi maior
Àquele momento não fazia por mal.

Mas tudo que fora engolido
Arranhando a garganta por sinal
À tona chegou, no momento que mais preciso
Expressar somente o lado sentimental.

E isso tudo me irrita, por saber
Que por causa do "humano" em mim florescer
Fui mal interpretado
Tendo seu preconceito sublevado.
Souza, 01 de setembro de 2011.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

História maior e História menor, o que é isso?

A observância da hsitória foi muito enfocada pelos historiadosres/pesquisadores do eixo Sudeste-Sul do Brasil, sendo que essa observância era generalizada como um todo, como se isso fosse uma máxima devido a importância macroeconômica daquela região. Porém deve-se levar em conta que o Brasil tem fatos que devem ser observados no local em que ele aconteceu e sua relevância para ali.Sendo assim, o historiador ciente de sua importância como formador de opinião saberá discernir os acontecimentos de cada localidade e fará uma análise desse fato.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Temas de Sergipe I

Usando como base o texto "A Valorização da História Local", tivemos um debate muito bom e expressivo, com a participação de quase todos da sala.
Orientando-nos sobre memória, como conservá-la, sua origem, etc, o professor buscou enfatizar a importância de buscar memórias de pessoas mais experientes como fonte de resgate de hsitória, tanto social como invidual.
Um fator interssante e bem colocado foi a citação do livro do italiano Carlo Ginzburg, O Queijo e os Vermes.
O debate girou na observação e nos pilares que o historiador deve seguir para resgatar uma memória, de uma forma que o leve a contar algo o mais fidedigno pos
sível.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pra Não dizer que Não Falei das Flores- Geraldo Vandré

http://www.youtube.com/watch?v=A_2Gtz-zAzM&feature=BFp&list=WL2F6601EE0E0AD458&index=7
Esse vídeo postado do www.youtube.com é uma alusão à todos cuja veia histórica se encontrou mais nitidamente marcada após ela.