terça-feira, 29 de setembro de 2015

Amor sem limite, de Roberto Carlos.




QUERO QUE VOCÊ TENHA UMA PEQUENA NOÇÃO DO QUANTO TE AMO, NESSE VÍDEO E QUE ESSA CANÇÃO TE FAÇA LEMBRAR DE MIM...

Um filete de sangue que sai de meu coração!

Foi com relativa surpresa e sentimento de tristeza que soube por suas amigas que você me deixou. Por pressão de seus pais, a nossa relação acabou. Sinto como mergulhado num abismo profundo, onde não hã luz, esperança, razão ou sentido nas coisas...
Tudo o que desejo é ser forte pra aguentar essa dor que dilacera minha alma e que corrói meu peito, sangrando meu coração, num misto de amor e ódio do qual eu nunca antes senti. Amor, por sempre haverá, guardado em meu peito, esse lindo sentimento que faz querer mudar minha vida, meu destino e futuro, unicamente por e para ti; ódio, por saber que o preconceito em relação à questões sociais ainda impera. Proibiram-nos de ficar juntos por que sou pobre, mas deveras honesto e trabalhador. Agora imagine se eu fosse um marginal, um delinquente, um ladrão...
Eu não sei o que fazer, não sei como agir. A vontade que tenho é ir pra bem longe de você, pra sofrer bem menos, aliás, sofrer, mas sofrer longe de seu sorriso, de seu cheiro, de você...
Entrego tudo nas mãos de Deus, confiante que um dia esse José Souza Lima, ainda será um cara rico, dono de bens e carros, imóveis... Aí saberás que eu te amei e te amei de verdade, na pura verdade de minha essência e seus pais verão que não se deve julgar ninguém por classe econômica. Mas que seja feita a Vontade Dele. Ele me deu você, certamente Ele me trará você de novo. Até lá, pedirei à Ele para tomar conta de ti, te abençoar, te proteger e te iluminar. 
Eu irei te amar sempre. Você era muito especial para mim, pois sempre me tratou bem, indiferente à minha condição social. 
Eu nunca menti dizendo que era rico, sempre te falei que nunca iria dar pra gente, você uma princesinha, namorar um operário. Você na Classe B e eu na Classe C ou D, não sei definir...
O que dói é saber que até os Contos de Fadas terminam, chegam ao fim, nem sempre com um "felizes para sempre!".
Sei que Deus me deu você e sei que Ele não vai nos afastar e se isso ocorrer, Ele nos reaproximará um dia novamente...
Sou grato à Jeová por um dia ter me dado a chance de saber e sentir o que significa felicidade. O auge de ter um alguém que te ame e que você possa falar palavras de amor e amar...
Espero sinceramente que Jeová me faça prosperar e progredir na vida e um dia eu te reencontre nos caminhos dessa vida e você veja que eu te amo e tudo que eu mais quis foi fazer você feliz...
Com carinho, Souza.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Eclipse Lunar

Interessante esse fenômeno ocorrido nesta noite de domingo, onde a lua entrou em eclipse às 22:15 hs e ainda continua nesse estado às 00:28 hs...
Um fenômeno lindo, que todo poeta adoraria ver, na areia da praia e ao lado da mulher amada!
Ah, pena que sejam só quimeras de um louco sonhador...
Essa lua trará consigo muitas novidades. O mundo espiritual está em revés antagônico, sinto que muitas adversidades virão e nossas força e fé serão testadas ainda nesse ano de 2015!
Preparem-se e se armem espiritualmente, entrem em oração constante, peçam ao Alfa e Ômega que aja em nosso favor, não permitindo que o mal prevaleça e que Seus anjos, arcanjos lutem conosco a Batalha da Fé...

domingo, 27 de setembro de 2015

A dor que sinto...

Dor que dilacera a alma
E a parte em mil pedaços
Transformando o que antes era calma
Em tempestade em mar alto.

Preenchem por inteiro meu ser
O vazio e a solidão
Dói muito, como há muito não doía
Me rasga o peito, sangra o coração
Queima e arde, dor incessante
Que só se vai quando em sonhos
Eu a vejo e vivo essa fantasia
Tenho vontade de chorar, chorar e chorar
Mas já chorei tanto que não tenho lágrimas mais
Só tenho vontade de sumir
De parar de respirar...
Nunca pensei que Deus me desse
Um presente lindo assim
Essa dor que me consome
Só não sei se é bom ou ruim
Sinto amor e sinto amar
Como há muito não sentia
E essa dor que me corrói agora
Assemelha-se àquela, de outrora
Quando há 16 anos meu pai partia.
"Pai, por que Tu me deixa sofrer?
Por que ela é impossível para mim?
Por que não a posso ter?
Por que as coisas tem que ser assim?"
Dá-me outra chance
É tudo que Te peço Pai
Nunca serei feliz, jamais?
É isso que me intriga,
E que sempre me intrigará...
Você será amada para sempre
Meu coração será sempre seu
Dele ninguém pode te tirar
Nele você sempre está presente
É ele o seu lugar!
Com carinho, Souza!

A razão que foge à razão!

Eu até entendo eles não quererem nossa relação e até proibirem, mas menosprezar e humilhar outro ser só por causa de sua condição social aí já é demais.. Sei que quem ama protege, quer bem, às vezes chega a brigar, mas se arrepende e volta atrás, sendo assim, eu sei que eles querem o seu bem, mas eu também não quero o seu mal, nunca quis. Do contrário, sou uma das pessoas que enxergam um futuro brilhante para você, pois observo sua inteligência, proatividade, caráter, honestidade, simpatia, alegria, esforço, capacidade e muitas outras coisas... Sei que nossos mundos são diferentes, a começar por nosso círculo social, mas quem manda no coração?
Eu vivo a simplicidade, respiro simplicidade e amo simplicidade. Se tem uma coisa que me conquista e mexe comigo, essa coisa é simplicidade. De gestos, de caráter, de atitudes, de palavras, de ações...
Saiba que eu te amo e vou te amar para sempre. Você me conquistou com esse jeito simples de menina do interior, mas que almeja ser feliz e alcançar seus objetivos. Vejo o mundo aos seus pés, tu terás o céu por limite e tocarás as nuvens...
Como diz Roupa Nova em uma de suas canções: "Confessar, sem medo de mentir, que em você encontrei inspiração para escrever...". Por você e pra você darei o meu melhor. Hoje me arrependo de não estar formado, de não ser um professor como é meu sonho! Eu quero lecionar, passar o pouco que sei e aprender com outros o que não me foi ensinado...
Há quatro anos, quando entrei no Ensino Superior, tinha o desejo latente de me formar e lecionar, mas a pergunta que cabe é esta: "eu teria te conhecido se tivesse me formado? Onde estaria agora?" Sei que Deus faz tudo à Sua maneira e é perfeita a simetria de Seus atos e uma coisa eu aprendi nesses anos de meditação espiritual: ninguém, exatamente ninguém entra ou passa em nossa vida por acaso. Tudo e todos tem um propósito e cabe à cada um de nós tirar uma lição das dores e dos amores, das amizades e das inimizades que a vida nos trouxe. Desde o cobrador do ônibus ao carteiro, do seu amigo ao gari, de seus pais à um desconhecido que você conversou na rua por acaso, saiba que eles tinham que ter estado ali, àquela hora, para contribuir com seu aprendizado.
Vou te amar para sempre, meu coração guardará sempre seu lindo rosto de anjo, seu belo sorriso de princesa e se tem algo que serei sempre grato à Deus é por Ele ter me dado a chance de ter te conhecido nesta existência e se houverem outras existências, pedirei à Ele para nos reencontrar de novo e poder viver esse amor...
Eu não tiro a razão deles, sei que eles querem o seu bem, eu sendo pai agiria assim, da mesma forma que eles para proteger meu maior tesouro. Mas eu tenho noção das coisas e tudo que eu queria era poder conversar, falar, explicar que eu te amo e não irei te atrapalhar em nada, pelo contrário, irei te estimular e se der, te ajudar em tudo que eu puder, seja com palavras de estímulo, seja com algum conselho ou com um reforço básico em Humanas...
Sem mais para o momento, peço insistentemente em minhas conversas com o Alfa e Ômega que interfira em meu favor, pois Ele sabe quem sou, Ele me conhecia desde o ventre de minha mãe, Ele sabe cada defeito, cada imperfeição minha, mas sabe também que sou uma boa pessoa, que gosta de ajudar, que está sempre disposto a ouvir, conversar, dar conselhos, brincar e se for possível, chorar junto com quem precisa de mim e quem me conhece sabe que sou assim...
Nunca te esquecerei e meu coração será sempre seu, meu amor!
Com carinho, Souza.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Relatório de Literatura e Colonização de Sergipe.


Seminário: Literatura e Colonização de Sergipe
 Disciplina: Temas de História de Sergipe I
Professor: Antônio Lindvaldo Sousa
Local: UFS, didática III, sala 110
Data: 17/11/2011, cerca de 19:25 hs (?) às 20:49 hs
Recursos usados: data show, notebook, caixas de som, quadro, giz, apresentação oral.

Integrantes:
Luciano Filho
Magno Costa
Maria Aline Matos
Mayra Santos
Mislene Batista
Taís Danielle

Objetivos: Conhecer um pouco da história da resistência indígena, através do livro A Fúria da Raça, de Ilma Fontes;
Sintetizar a obra na visão dos expositores.

Inicialmente, um vídeo é exposto para dar fundo à explicação do grupo acerca do tema.
Segue Taís falando sobre os autores e o processo de colonização sergipana na concepção deles.
Após isso, segue falando acerca do texto A fúria da Raça, que escrito para um roteiro cinematográfico, foi adaptado para texto corrido. Relatando histórias de ficção, mas com personagens reais.
Mislene segue a exposição, com tribos tupinambá, do seu modus vivendi até a colonização por Luís de Brito.
Uma das poucas tribos que resistiu à invasão dos portugueses foi a tribo do Cacique Aperipê.
Cita Garcia D’Ávila, que junto à outros criadores de gado, pede apoio ao governo português para chamada Guerra Justa contra os índios.
Luciano expõe o interesse em conflitar índios e jesuítas, usando da figura de um mameluco para tal fim, espalhando boatos entre os índios, de que os jesuítas estavam apoiando os portugueses.
Ao final, fala sobre pedido feito ao governador da Capitania da Bahia de Todos os Santos, para seguir com a catequização dos índios, solicitando a presença de jesuítas ali, somente para vingar-se.
Aline explica sobre a literatura como fonte importante para resgate de fatos históricos, devido à capacidade de tocar, emocionar, tomar partido para um ou outro grupo e/ou tema. Cita caciques importantes para a resistência nessa guerra: Serigy, Aperipê, Japaratuba.
Maqgno finaliza explicando sobre sua opinião acerca do texto e sua valoração para a história de Sergipe.


O grupo foi bem criticado pelo mestre, sendo uns elogiados por explanarem somente enfocando a obra em si e outros (os criticados) por referirem-se aos autores, buscando relatar sua biografia e não embasando o texto para tal fim. Sendo assim, creio que mesmo com esse deslize, o grupo foi bem feliz e deve obter êxito na nota...



Referências bibliográficas:
MENDES, Ilma Fontes. A Fúria da Raça. Aracaju: J. Andrade, 1997. 306 p.

FREIRE, Felisbelo Firmo de Oliveira. História de Segipe. 2 ed., Petrópolis: Vozes/Aracaju: Governo do Estado de Sergipe, 1977. 2 v.

WHYNNE, João Pires. História de Sergipe. Rio de Janeiro: Editora Pongetti, 1970. 2 v.

BEZERRA, Felte. Etnias Sergipanas: Contribuição ao seu Estudo. Aracaju, SE: J. Andrade, 1984. 189 p.

NUNES, Maria Thetis. Sergipe Colonial I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe, Rio de Janeiro: Editora Tempo Brasileiro, 1989. 307 p.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Relatório das postagens no Facebook (Grupo de Discussão- Temas em História de Sergipe I)

Segundo minha análise, creio que as postagens foram feitas no prazo estipulado. Sendo que, como todos os grupos, houve alguns êxitos e logros peculiares de todo trabalho em equipe, como era de se esperar e supor. Porém creio que o meu grupo em particular foi mais sério em suas postagens, porém quero deixar bem claro: em dadas vezes fui inconsequente, postando pouco tempo antes de que pudesse o restante do grupo ter conhecimento do post, pois muitos trabalham ou não tiveram tempo de postar, devido à minha irresponsabilidade. Assim, devo ser mais categórico mais à frente, conforme os tempos forem se passando e novos períodos vindouros...
As colocações acertadas e bem posicionadas, levam-me a crer que há um aprendizado por parte de todo o grupo, maciçamente. Por mais que em sala de aula ou em provas escritas, nossos posicionamentos tenham sido díspares com o que apresentamos no Grupo de Discussão, na rede social Facebook, fia nítido que isso é uma mera característica típica de alunos nervosos. Ponderável, não achas?
Fica aqui um pequeno resumo de fatos observados para averiguação e veredicto do caro professor...